Web Novela – A Outra

1° Capitulo.

Tem alguém na porta diz: Carlota de 15 anos. Maria mãe dela e de Eugenia de 17 anos, vai ver quem esta batendo: 

Maria – quem é?

 Silvio – sou eu querida, seu marido.

Maria – assim, claro desculpe meu amor, é que eu ando tão assustada, a qualquer momento em penso que vou me deparar, com a sua esposa legitima batendo a minha porta, só de pensar nisso eu entro em pânico. 

Silvio – tudo bem Maria, não se preocupe, Claudia, esta em casa agora, e ela pensa que eu estou viajando a negócios, não tem motivos para você ficar assim, como estão as meninas?

Carlota – Olá papai, estive o dia todo dentro de casa, a mamãe, nos obrigo á limpar e a lavar o chão. Não é mesmo Eugenia?

Eugenia – é sim, olha as minhas mãos, é como se eu estive-se trabalhando na roça como a mãe, fazia quando era criança ela não entende, que não vivemos mais naquela fazendinha do interior e não precisamos mais servir os patrões.

Silvio – Maria, eu entendo que você só quer dar uma boa educação para nossas filhas, mais eu te peço que não seja tão rígida e volúvel.

 Maria – você esta achando que eu estou sendo volúvel? Eu mando nessa casa, a pesar de você nos manter financeiramente, você passa mais tempo com a sua mulher, e nos? Eu que cuido dessa casa, eu que controlo a vida de minhas filhas, e eu te peço que não se intrometa, eu sei que você também é pai, e que tem direitos, mais pra mim não interessa minhas filhas cuido eu certo?

Silvio – tudo bem, não posso e não quero discutir com você sobre isso, por favor me perdoe, e meninas entendam que sua mãe só quer o bem de vocês certo?

As meninas concordam, mais não aprovam a atitude de seu pai, baixando a cabeça para Maria. Mais entendem, enquanto isso o telefone celular, de Silvio toca, é a secretaria avisando que precisa urgente dele na empresa. Assunto muito importante, e  de extremo cuidado.

Silvio – são os chineses? Eu sei eles querem ver a apresentação agora? Mais são dez e pouco da noite, pelo amor de deus. Não calma tudo bem, eu vou pra ai, espera um pouco pede pra eles esperarem.

Silvio sai da casa de sua mulher e filhas, rumo ao escritório. Dia chuvoso, muito transito e ele corria de mais para chegar a tempo , foi quando levou uma fechada em um movimentado cruzamento, fazendo-se o carro rodopiar na pista e entrando, em baixo de um caminhão que fazia transporte de produtos de higiene pessoal. Um trágico acontecimento que acarretou a morte do empresário. 

Claudia a outra mulher de Silvio, foi avisada e se desesperou já seu filho Vitor, reagiu com frieza e foi logo arrumando os preparativos para o enterro.

O advogado e amigo da família foi imediatamente acionado. 

No velório: 

Claudia – Veja Dr. Carlos, meu marido agora esta morto. 

Vitor – meu pai… não acredito.

 Dr. Carlos – Claudia, Vitor, eu preciso que agora vocês sejam fortes. Na posição de advogado, eu preciso fazer com que a lei seja feita, e como seu amigo e de Silvio, eu preciso lhe contar um grande segredo. Silvio, me pediu para que se houvesse uma fatalidade, seria a leitura do testamento, em sua casa um dia depois de sua morte. E que, não sei como dizer isso, mais Claudia eu espero que você entenda. Silvio tem uma vida dupla, Maria sua outra esposa, tem duas filhas de seu marido. E ela tem direito de vir e chorar pela morte de seu marido, marido das duas. Me desculpe dizer isso Claudia agora mais é preciso. Era o ultimo desejo de seu marido.

Claudia – não é possível que isso seja verdade, você só pode ta brincando com a minha cara.

 Dr. Carlos – eu jamais faria uma coisa dessas eu preciso que você seja forte.

Vitor – não pode ser, então ainda eu tenho duas irmãs. Eu não quero.

Dr. Carlos – eu avisei para Maria sobre a morte de Silvio e ela esta vindo pra cá. 

Maria, Carlota e Eugênia, chegam ao velatório e Claudia se irrita, e fica descontrolada e ataca Maria. 

Claudia – sua adultera, por favor alguém, tire essa prostituta e essas meninas, delinqüentes, daqui vai embora sua… 

Maria – se você pensa que só por que é rica, e pode me mandar não são assim que as coisas acontecem, me desculpe mais eu também amava seu marido afinal nos temos um caso a mais de 20 anos, e eu tenho direito de chorar a morte de meu marido. 

Claudia – Marido? Ele é meu marido, e eu quero que vá embora. Sai logo daqui. E leve suas meninas com você. 

Maria – não vou embora, eu tenho direito de ficar pelo meu marido, e minhas filhas são filhas dele também, será que você não percebe que eu estou sentindo a mesma dor que você.

Claudia – nunca, não me compare a você. Sai, sai, sai… (aos gritos) 

Assim em meio a uma grande discussão, o advogado, teve que intervir. 

Dr. Carlos – Claudia, eu pessoa que seja mais tolerante, respeite a morte de seu Marido e componha-se. Maria tem os mesmo direitos. 

Claudia – Respeito? Você ainda me pede respeito? Por 20 anos eu fui enganada meu marido me traia, e você ainda acha que eu lhe devo respeito?

Dr. Carlos – eu entendo o que você esta passando mais…

Claudia – mais nada, se você não sair eu saio.

 Maria – pois eu não saio. 

Claudia – pois então saio eu, vamos Vitor.

 Claudia sai do velatório e vai para casa muito abalada e cada vez com menos juízo, Vitor começa a ficar preocupado.

 No outro dia após o enterro de Silvio, a leitura do testamento. Seria mais um empecilio. Pois seria na casa de Claudia, e Maria, junto com Eugenia e Carlota, necessitavam estar presentes e com urgência. 

Claudia – como que eu vou receber a amante do meu marido em minha casa?

 Dr. Carlos – entenda Claudia, sem Maria não há leitura valida do testamento, não tendo isso, os bens de Silvio ficaram bloqueados pela justiça federal.

A leitura do testamento.

Dr. Carlos – eu agradeço a presença de todos. Façamos a leitura do testamentos.

Dr. Carlos – eu Silvio Almodoval, me reservo no direito de falecido, e tendo como desejo final, que todos os meus bens liquidos menos esta casa, e um apartamento na barra, estejam fora destes ajustes, tendo esta casa como de inteiro direito de minha esposa legitima Claudia Almodoval. Tendo em comunhão o apartamento na barra como de inteira posse de minha outra esposa, não legalizada, e tudo o resto que consta eu meu nome menos a casa e o apartamento. Quero que seja revertido em dinheiro em espécie e que seja divido em três parte iguais aos meus três filhos, Vitor, Eugenia e Carlota.

Claudia – isso não pode Carlos, eles não podem ficar com mais da metade da fortuna que me pertence, meu deus isto não esta acontecendo,

 Claudia desmaia.

Vitor – viram, viram tudo o que vocês fizeram a minha mãe, se ela morrer a culpa é de vocês, eu odeio vocês fora da minha casa, fora daqui, e nunca mais voltem, e olha eu juro, por tudo que é mais sagrado que se a minha mãe se machucar com essa historia, eu vou me vingar de vocês, eu vou acabar com vocês, cansei de ficar quieto eu quero que vocês morram… saiam daqui, fora…

Autor: Jordan Maturizem

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2º Capitulo

Maria muda-se de cidade, e vai morar no campo junto com suas filhas Eugênia e Carlota, Maria tem medo de que Vitor, filho da esposa legitima de seu marido Silvio falecido, possa fazer algum mau contra ela.

Maria – é aqui mesmo que vamos morar meninas, esta fazenda que eu acabo de comprar com o dinheiro de vocês que me cabe administrar, seremos muito felizes nos três aqui, vamos enriquecer, com a plantação de mezcal e produzir tequila, meninas…

E foi o que aconteceu, passaram-se quatro anos, nunca mais na vida dessas três mulheres ouve se falar de Vitor e de sua, mãe dizem que ele gastou o dinheiro da parte da herança que lhe cabeu, em bebidas e no tratamento de sua mãe que enlouqueceu.

Em discussão com sua filha Eugenia.

Maria – eu criei minhas filhas, com mãos de aço um dia elas ei de me agradecer, se não fosse por mim, hoje elas, não teriam a vida que tem, o dinheiro que lhe foi nos recebido da fortuna de Silvio, hoje é uma pequena parcela de tudo o que eu consegui, graças a produção manufaturada de mezcal, e a elaboração de tequila com uma grande demanda de mercado me tornei uma mulher de poses, sou rica e bem sucedida, e não tolero que fale assim comigo Eugenia.

Eugenia – você enche a boca pra falar que fico rica do nada, não pense que o dinheiro que era nosso e que a senhora agora desdenha não veio em boa hora para ajudar não é mesmo?

Maria – sim, mais se não fosse por mim esse dinheiro, essa merreca que o pai de vocês deixou pra você esse dinheiro hoje era pouco e não dava nem pra sobreviver direito. Eugenia você é uma má agradecida.

Carlota – parem de brigar, não precisa fazer isso…

Eugenia – há você é uma louca, me deixe em paz.

Em um outro momento Carlota e Eugenia conversam em seu quarto.

Carlota– você não pode mais continuar a brigar com a mãe, ela é mais forte e mais diabólica, ela pode te fazer sofrer muito eugenia.

Eugenia – to nem ai, o que importa é que hoje tem uma festa lá na cidade, vamos Carlota vamos comigo pelo menos uma vez você vai gostar.

Carlota – não eu não sirvo para essas coisas, é demais pra mim, sabe deus o que você faz lá.

Eugenia – ei Carlota eu não faço nada kkk’ mais sabe conheci um carinha lá outro dia, ele é um gatinho e acho que vai rola, quer dizer já rolo, mais pode rola de novo e de novo. Kkk’

Carlota–  mais um motivo pra mim não ir, olha não quero te atrapalhar, só quero que se cuide, e depois também quem que vai te encobrir, nessas suas saídas as escondidas, já pensou se a mãe descobre?

Eugenia – esquece isso. Vamos eu tenho que me arrumar, daqui a pouco ele já vem me buscar.

Passaram-se alguns dias e Eugenia descobre que esta grávida.

Eugenia – Carlota, eu estou grávida, e agora?

Carlota – meu deus , você não pode contar pra mãe, se ela descobre ela expulsar nos duas de casa.

Eugenia – isso eu já sei, mais o que eu faço?

Carlota – calma vamos levando escondendo a gravidez aos poucos.

Passaram-se alguns meses e a barriga de Eugenia chega a um ponto que não pode ser mais escondida. Então ela planeja em fugir da casa de sua mãe, com o namorado e pai da criança.

Chegou o dia Eugenia sairá de casa, chovia muito nesta noite, e para piorar as coisas Maria descobriu tudo, pois já havia desconfiado, de que sua filhas estava grávida. No carro, estavam Carlota e Maria, e mais a frente no outro veiculo, estavam, Eugenia e seu namorado.

Carlota – calma mãe, não vá atrais de Eugenia, deixe ela ir.

Maria  -o que você esta louca, Carlota sua burra, você vai deixar sua irmã fazer essa idiotice? O que você na cabeça?

Maria distraída, joga o carro em cima do carro do namorado de Eugenia, e provoca um irreversível acidente, o carro rola pela ribanceira matando Eugenia e seu namorado, logicamente seu filho.

Maria entra em estado de choque e Carlota, não sabe o que fazer.

Passaram-se alguns dias, Eugenia, esta morta e Maria culpa a morte de sua filha a Carlota. Que não sabe se defender e acaba sofrendo e se achando mesmo culpada pela acidente que matou sua irmã.

Carlota – não foi culpa minha mãe me perdoa.

Maria – você me enoja eu te odeio, como você pode fazer isso, eu quero que vá embora, vá morar na capital, estude e fique por lá vai ser melhor pra você e pra mim que não aquento mais olhar pra sua cara. Arrume suas coisas, e saia eu te darei dinheiro que é seu por direito e que nunca mais volte a pisar nesta fazenda.

Carlota – tudo bem mamãe, se é isso que a senhora deseja, é isso que eu vou fazer.

Carlota se muda para capital, vive uma experiência, Nova tenta mudar de vida de conceitos alugar um apartamento, entra para uma escola de inglês, e faz aulas de etiquetas. Tenta refazer a sua vida. E em um belo dia de sol, caminhando pelo shopping, esbarra com um homem muito atraente que a chama para, tomar um suco ali mesmo na praça de alimentação.

Álvaro – olá será que esta dama, poderia me dar a honrra de me acompanhar em um simples suco?

Carlota – você é muito galanteador, mais estou com presa deixamos para um outro dia?

Álvaro – eu prometo que vou cobrar.

Carlota – creio que sim.

Carlota sussurra baixinho:

Carlota – já pensou, mais um desses assim, kk’ como aqui na capital é comum isso, eu não entendo. Duvido que terá uma próxima vez.

Passaram-se alguns dias, e neste mesmo lugar do shopping lá estava Álvaro a espera de Carlota. Que desta vez não recusa o convite para tomar um suco.

Carlota – é então agora você me pegou, te confesso que se você não insistisse eu jamais iria tomar esse suco com você?

Álvaro – mais porque eu não sou nenhum monstro e também não vou te fazer nenhum mau.

Carlota – há é que nem daqui eu sou, eu cresci um uma outra cidade, e a mais ou menos quatro anos me mudei para o interior, minha mãe tem uma fazenda em Santa Clara.

Álvaro –em Santa Clara? Nossa incrível meus pais também tem uma fazenda lá, nos produzimos cana de açúcar. E revendemos para uma usina da região.

Carlota – é mesmo, nos produzimos mezcal, para uma indústria que produz tequila.

Álvaro – uma plantação de mezcal, mais é ao lado da nossa, claro que as nossas casas, tem quilômetros de distancia, mais a sua é a única fazenda de mezcal da região.

Carlota – é sim, mais tudo isso é comandado pela minha mãe a gora nos estamos um meio que brigadas, mais eu não quero falar disso. Entende.

Álvaro– tudo bem,

Carlota – agora eu preciso ir,

Álvaro – nos podemos nos ver quando outra vez?

Carlota – há quando o destino tomar por conta o nosso encontro.

E Carlota não sabia o que o destino estava reservando, os encontros com Álvaro acabaram ficaram mais freqüentes e eles acabaram por se apaixonar. Álvaro se encantou com o jeito simples de Carlota e ela, pela simpatia de Álvaro.

Maria descobre o namoro de Carlota e tenta boicotar, trazendo sua filha de volta para fazenda.

Autor: Jordan Maturizem

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3º Capitulo 

Maria descobre o namoro de Carlota e tenta boicotar, trazendo sua filha de volta para fazenda.

Maria liga para Carlota, que esta na capital.

Maria – Olá, filha, sei que fizemos coisas erradas, mais eu preciso de você aqui na fazenda, sua presença é indispensável, por isso eu peço que volte.

Carlota – não sei mamãe, aconteceram muitas coisas e eu…

Maria – Carlota eu estou doente, não sei o que é eu somente preciso ter você ao meu lado.

Carlota – calma, vamos conversar eu volto pra fazenda para nos conversarmos.

Carlota fica preocupada com sua mãe, e diz estar doente, mentira, Carlota liga para Álvaro.

Carlota – Álvaro minha mãe esta doente, e eu preciso voltar para a fazenda para saber o que esta acontecendo.

Álvaro – claro sim você deve fazer isso, e quando eu deixar as minhas coisas arrumadas aqui prometo que vou te encontrar meu amor.

Carlota – você promete querido? Eu vou te esperar lá na fazenda…

Álvaro – sim, pode acreditar querida, te amo e se cuida.

Carlota – ta beijos.

Carlota vai para fazenda, e sua mãe acaba por persuadir sua mente, tentando a todo o custo fazer com que Carlota esqueça que pode ter um namorado.

Passaram-se alguns dias e Álvaro vai ate a fazenda para encontrar Carlota e acaba por conversar com Maria a mãe dela.

Álvaro – boa noite, meu nome é Álvaro e a senhora deve ser a dona Maria? Isso mesmo.

Maria – sim,  muito prazer meu rapaz, você que é o namorado de minha filha na capital.

Álvaro – sim e ainda somos.

Maria – creio que não mais meu jovem, pois Carlota morreu.

Álvaro – o que? Mais como? Isso não é possível.

Maria – eu como mãe custo a acreditar, na semana passada um dia que chovia com intensidade, minha filha pega o carro, e sai para me comprar remédios em Alcântara, e por voltar, houve um deslizamento de terra e o carro de Carlota foi atingido, acredito que o senhor tenha visto os noticiários.

Álvaro – sim eu vi, mais não constava nenhuma vitima, mais como isso é capaz.

Maria – me desculpe rapaz, mais esta tarde e eu ainda estou muito abalada com a morte de minha filha, mais amanhã se o senhor quiser vir comigo a visitar o tumulo onde Carlota foi enterrada.

Álvaro – eu não consigo acreditar…

Álvaro desnorteado com a noticia custa a acreditar que sua amada esta morta. E vai para casa a fazenda vizinha a de Carlota e de Maria.

Maria, foi até o cemitério logo pela manhã e trocou as cruzes de Eugenia e colocando o nome de Carlota na cruz para que Álvaro acredite que Carlota esta morte, e ele acredita.

Na fazenda de Dona Maria…

Carlota – passaram dias e nada de Álvaro o que aconteceu mamãe?

Maria– Carlota você não percebe que este homem nãos e importa com você. Esqueça-o.

Passaram-se algum tempo, Carlota, leva uma vida triste por pensar que Álvaro há esqueceu, e ele volta para capital muito abalado com a suposta morte de sua amada, e tenta refazer sua vida por lá, estudando muito, sem ter tempo para pensar neste amor que se acabará.

Passaram-se alguns meses. E Álvaro ainda abalado, passeio sozinho em um shopping na capital e encontra Cordélia, uma moça parecidíssima com Carlota, como se fossem gêmeas ou até a mesma pessoa, Álvaro fica abismado, e a chama pra conversar.

Álvaro – com licença, acho que nos conhecemos de algum lugar, você é tão parecida com uma pessoa, que eu conheço…

Cordélia – acho que não meu rapaz, você esta enganado agora eu preciso ir, maluco…

Álvaro a puxa pelo braço.

Cordélia – me solta seu idiota, não ta vendo que eu não sou a pessoa que você procura?

Álvaro a olha fixamente nos olhos… sem entender mais nada, deixa-se levar pela incrível semelhança que ela tem com Carlota. E deixa cair, sua carteira municipal de medicina.

Álvaro – me desculpa, deixe-me pegar a minha carteira.

Cor Délia é esperta logo vê que o rapaz é rico, e aceitar tomar um suco com ele, na mesma praça de alimentação onde Carlota e Álvaro se conheceram.

Cordélia – mais então você é daqui da capital?

Álvaro – sim, e não moro aqui por que estou terminando os meus estudos, e nasci mesmo em uma fazenda, a fazenda dos meus pais, no distrito próximo a cidade de Alcântara.

Cordélia – a sim entendo, você é um homem muito bonito, e por que me abordou me dizendo aquelas coisas?

Álvaro –  é que você é muito parecida, iguais praticamente, com um grande amor, de agora se foi.

Cordélia – ela te deixou ?

Álvaro – não ela morreu.

Cordélia – eu sinto muito, mais agora preciso ir.

Álvaro –mais nem ao menos sei o seu nome?

Cordélia – você terá outras oportunidades de descobrir, pode deixar eu te encontro…

Cordélia, se retirou e deixou Álvaro com cara de pasmo, e sem entender mais nada, será uma fuga que Álvaro teve em reencontrar sua amada? Ou talvez Cordélia seja somente uma ilusão.

Em outro momento, Cordélia volta para casa, onde mora com os pais, uma residência humilde sua mãe, empregada domestica, e seu pai segurança em uma loja de artigos infantis, e que tem o péssimo habito de beber, ele não é violento, tantas vezes Cordélia já comprou cigarro e bebidas para seu pai, pois a mesma o gostaria de ver morto, Cordélia é má fria, e pensa em ganhar a vida, fazendo um bom casamento e sair da miséria, encontra em Álvaro, seu refugio, para que possa sair da miséria. Cordélia é muito atraente e bonita, tarefa que não será difícil, por Álvaro esta frágil e Cordélia saberá como persuadir o rapaz.

Álvaro reencontra Cordélia.

Álvaro –você de novo.

Cordélia – olá Álvaro, sabia que iríamos nos encontrar novamente.

Álvaro – será que agora você poderá me dizer seu nome?

Cordélia – mais é claro, Cordélia.

Álvaro – pois bem Cordélia, é um prazer em te rever, será que agora possamos começar, de uma maneira diferente?

Cordélia – por que não? Sabe Álvaro você me parece ser uma pessoa legal…

Álvaro – você nem imagina o quanto.

Cordélia levanta-se da cadeira, e beija Álvaro loucamente, e o mesmo, corresponde ao beijo, confuso com a comparação mais se rende aos encantos da moça.

Autor: Jordan Maturizem

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4º Capitulo

Álvaro cede aos encantos de Cordélia, que o manipula, como bem entende, faz do moço um escravo, após o beijo, Álvaro já convida Cordélia para morar em seu apartamento, pois Cordélia, diz que mora sozinha e que não tem família, o que é mentira. Álvaro não sabe o risco que corre se casando e se apaixonando por Cordélia.

Cordélia – é esse mesmo meu querido, é este apartamento que eu quero.

Álvaro –mais você tem certeza, tudo bem que é de frente para o mar, mais o valor esta um pouco alto.

Cordélia – nada que meu amor não possa pagar.

Álvaro – tudo bem…

Passaram-se alguns meses, Álvaro esta no ultimo semestre a faculdade de medicina, e tem uma boa relação com Cordélia, mais na cama, Cordélia sente que é a outra é que manda, Álvaro já chamou varias vezes Cordélia de Carlota. Mais pelo dinheiro de Álvaro Cordélia agüenta a humilhação.

Enquanto na fazenda…

Carlota – mais mãe, lembra aquela noite eu tenho certeza que eu ouvi, a voz de Álvaro, a senhora não vai me dizer se era ele mesmo.

Maria – Carlota já se passaram tanto tempo, esquece esse moço, ele não veio atrás de você por que ele não te ama.

Carlota – mais eu não entendo…

Maria sofre pela filha mais acredita que é o melhor a ser feito já Carlota, passa o dia chorando pelos cantos, pensando em Álvaro, e nos motivos que ele teve para não, mais a procurar.

Já na fazenda vizinha, dos pais de Álvaro.

Lupita– Justos meu querido, estou muito preocupada com Álvaro na capital, sei que ele esta com uma moça mais quem ser ela, nem aumenos a conhecemo, não sabemos nada sobre ela, nada… e agora ?

Justos – calma Lupita, não há por que se preocupar, logo que Álvaro terminar os estudos ele volta pra cá e vem morar conosco novamente.

Lupita – sim entendo, mais e essa mulher será que ela, irá deixar Álvaro voltar, e se ela se opor se ela, não gostar e não concordar em vir morar aqui na fazenda? Eu não vou ficar mais tempo do meu filho.

Justos – se acalme mulher, não há motivos para sofrer por antecipação, o nosso maior problema agora é Adriano.

Lupita – o que tem o nosso filho Adriano?

Justos – Lupita você sabe muito bem que Adriano não é nosso filho de sangue mesmo.

Lupita – nunca mais repita isto Justos, Adriano é nosso filho sim, e eu não vejo nenhum problema nisto, e ele também ele sempre cresceu sabendo que fora adotado, e ele sempre será amado.

Justos – tudo bem Lupita me desculpa, só achei que valeria a pena lembrar.

Lupita – pois não foi, sinto muito.

Adriano, não tem uma boa relação com seu pai, pois ele é de caráter duvidoso, ele não tem uma boa, capacidade de amor com o próximo odeia seu pai e seu irmão Álvaro, somente gosta de sua mãe Lupita, mais Adriano esconde seu descontentamento pois é falso, e calculista.

Na fazenda de vizinha de Dona Maria, ela tem uma conversa definitiva com sua filha, Carlota.

Maria – minha filha eu jamais, pensei no seu sofrimento, só em você quer dizer em mim, não quis que você arruma-se um marido pois iria embora e ia me deixar.

Carlota – mãe você esta escondendo algo de mim? Você quer me contar alguma coisa?

Maria – não minha filha só espero que um dia você me perdoe, mais a questão é que não quero mais você por aqui na fazenda você estava mais feliz, na capital e para lá que você vai…

Carlota – tudo bem mamãe eu vou fazer isso, eu prefiro mesmo morar na capital.

Alguns dias depois Carlota muda-se para a capital, não mais para casa de sua tia e sim, para um apartamento alugado.

E quando Carlota passeia pelo mesmo shopping em que se encontrava com Álvaro, despreocupada, com vida se depara com Cordélia, e fica pasma.

Autor: Jordan Maturizem

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